Pesquisar este blog

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Saudades dói...

Lembrar do passado traz muitas recordações à mente humana.
Recordações essas que muitas das vezes ferem o coração.
Momentos acontecidos lá no fundo do bau, bem no fundo!
Às vezes vem à tona casos, momentos, histórias, recordações tristes e alegres, enfim.
Procuro esquecer o mais rápido possível, traz saudades. Sei que não voltará mais.

A minha criancice: as brincadeiras e amigos, as vistas aos parentes, os passeios pelo 'mundo',
a casinha de madeira onde cresci, aquele túnel em frente a casa, as festas anuais, as coisas de garoto. E muito mais. 

Perdemos muitas pessoas que gostávamos, ficam só as lembranças, evito! Umas muito próximas.: Deixa pra lá!

Pessoas que nos estenderam a mão, nos orientaram, ajudaram. Abriram as portas. São poucas. Mas foram reais. Deus sabe o que faz!    
(imagem reprodução)
Não dar para esquecer o crescimento dos meus irmãos, até os mais velhos. Eles foram responsáveis pelo cuidado com os mais novos. Deram conta! Um vendia lanches nas ruas, depois aprendeu a mexer com concertos na área dos móveis, cresceu junto com a idade em outras profissões, sei que não foi fácil! Outros dois também foram pras ruas cedo, era pra ajudar a nossa protetora mãe. As coisas eram muito difíceis. Um foi para outro estado, uma família o escalou para suas intenções, mas ele voltou muitos anos depois, se superou... Não vou falar de todos, são muitos detalhes, mas todos estão bem, graças a Deus! Uma família que pode se considerar grande.

Quem não se lembra das confraternizações, das conquistas, dos problemas, do primeiro emprego, da escola, passa tudo na mente como se fosse tudo atual, procuro esquecer os detalhes...

É assim, isso se chama saudades.  Ela dói, machuca, martela. Prefiro fugir palavra...


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Trecho de Crônica sobre classes e os atendimentos no Brasil


A famosa 'classe de ouro' são os de grande poder aquisitivo, os que são, na maioria das vezes, isentos de uma blitz. Ou de ser olhado com uma certa suspeita em lugares públicos, acho que deu pra entender. São tratados com diferença nos atendimentos ao público. 

Que bom se todos recepcionistas, gerentes, operadores de caixa, vendedores, funcionários públicos, fossem tão prestativos e elegantes com todos independente dos rótulos, das grifes usadas, do carro de última geração que fica parado logo na entrada. Claro que não são todos profissionais, existe poucas excessões. Tem uns que sabem ser corteses e bem educados. Queria reduzir, mas tenho que expelir o que muitos brasileiros sentem, passam[engolem]. Não sei bem se em outros países é assim, mas sei que em muitos ouve-se bons elogios.


Trecho de crônica do arquivos. Deixe sua opinião!










Imagem reprodução:JornalOpção

Em longa terra estou(trecho)


"Os amigos não consigo mais os ver, nem ao menos uma mínima conversa tenho com eles, os que faziam parte da minha vida, esqueceram-me, não sei bem o que aconteceu. Será que foi a distância, ou perderam meu contato,  talvez vão se lembrar de min quando me verem em uma fotografia. Sinto falta de todos".